20150828

Refeição a bordo

Nos últimos anos a aviação civil ampliou o número de empresas aéreas em todo o mundo e o número de vôos. Gigantes concorrem com empresas menores, mas que oferecem preços mais atrativos em troca de serviços mais simples. Nesta “Guerra” pelo consumidor, um fator influência bastante na hora da escolha, a refeição a bordo.



Veja mais neste mesmo blog:  A-era-de-ouro-da-aviacao-comercial

Post (138) - Agosto de 2015

20150826

Hidroavião russo a jato

O Beriev Be-200 Altair  é uma aeronave anfíbia equipada com dois motores turbofans Progess D-436TP, destinada a múltiplos propósitos, desenvolvida pela Beriev Aircraft Company  e fabricada pela Irkut. Comercializada como aeronave para combate à incêndios, busca e salvamento, patrulha marítima, carga, e transporte de até 72 passageiros, tendo uma capacidade de 12 toneladas (12.000 litros) de água.

O que torna esta aeronave diferenciada é o fato de ser anfíbia e a jato.


O Be-200 foi desenhado pela empresa de aviação Beriev, com a Associação de Produção de Aeronaves Russa Irkutsk (agora parte daIrkut Corporation).

Beriev foi a responsável pelo desenvolvimento, design e documentação; sistemas, voos e teste de fatiga de protótipos; certificação e suporte dos modelos de produção.
As tarefas da Irkut eram a preparação da produção; fabricação de ferramental; produção de quatro protótipos e aeronaves de produção; e peças de reposição. Ambas as empresas agora estão sob o comando da estatal United Aircraft Corporation.

Iniciado em 1989 sob a liderança de design de Alexander Yavkin, recebendo aprovação do governo russo para um avião de combate à incêndio foi cedido em 8 de Dezembro de 1990. 



Detalhes do projeto foram anunciados, e um modelo foi exposto no Paris Air Show em 1991. 

Fonte: https://pt.wikipedia.org/wiki/Beriev_Be-200

Post (137) - Agosto 2015

20150825

Museu TAM

O Museu TAM, anteriormente denominado Museu Asas de um Sonho, é uma instituição cultural localizada na cidade brasileira de São Carlos, no interior do estado de São Paulo. É o maior museu de aviação do mundo mantido por uma companhia aérea privada. 


Acesse este link, http://www.museutam.com.br/aeronaves.php, navegue pelo menu e confira todas as aeronaves disponíveis no acervo. Para vê-las em tamanho ampliado, passe o mouse sobre as miniaturas. Caso queira conhecer um pouco mais sobre cada modelo, clique sobre a imagem expandida e descubra informações e detalhes que você nem imagina.
  
Veja mais sobre este museu no link:


Post (136) - Agosto de 2015

Modelo de propulsão do foguete tem asas perto de cauda

Vejam que interessante esta publicação datada de novembro de 1944.


“Enquanto a informação de que foguetes bombas alemães caiam sobre a Inglaterra, construtores juvenis de aeromodelos nos Estados Unidos foram apresentar seus aviões-foguetes em uma exposição. Recentemente um modelo de avião-foguete no concurso de Los Angeles Aeromodelos tinha suas asas perto da parte traseira de sua fuselagem, ao lado de uma grande barbatana caudal. O estabilizador horizontal estava na parte dianteira da fuselagem. Os construtores modelo lançaram os seus aviões ao acender um estopim do foguete.”



Só parta constar: Santos Dumont já tinha feito um avião que voava de ré lá no início da história da aviação, não era impulsionado por um foguete, era impulsionado por idealismo e coragem.

Post (135) – Agosto de 2015

20150822

Aeronave anfíbia ICON A5

O ICON A5 é uma aeronave anfíbia desenvolvida nos Estados Unidos pela ICON Aircraft, fundada em 2006, com o objetivo de trazer a liberdade, diversão e aventura de voar para todos os que têm sonhado com isto. 


Em 2004 novas mudanças no regulamento da FAA criaram a categoria Light Sport Aircraft, redefinindo as possibilidades da aviação, o que permitiu a ICON desenvolver o seu projeto. 

A intenção do ICON é democratizar aviação da mesma forma que as grandes marcas como a Apple, BMW, Ducati, ou Oakley fizeram com seus produtos.

O A5 é um monoplano anfíbio de asa alta com fuselagem produzida em fibra de carbono e trem de pouso retrátil. A primeira aeronave protótipo conceito foi construída e testada em 2008. 

Oferece dois assentos na cabine e é motorizada com um motor Rotax 912 de 100 hp, girando uma hélice tripa empurradora.


O casco em sua fuselagem permite ao anfíbio ter uma boa estabilidade hidrodinâmica, além de alojar o trem de pouso quando retraído. As asas podem ser dobradas para traz, facilitando o transporte e o armazenamento. Na cabine, foi instalado um indicador de ângulo de ataque, recurso não usual em aeronaves de aviação geral. Um páraquedas balístico de segurança, acoplado à fuselagem é opcional.
Ainda segundo o site da ICOM em 20 de julho de 2015, foi entregue a sua primeira aeronave fabricada.



Veja tudo sobre esta aeronave em: http://iconaircraft.com/

Post (134) - Agosto de 2015

20150821

Bugatti 100p

O Bugatti 100p era um avião notável de um design verdadeiramente inovador.
Projetado para ser rápido, teria sido, provavelmente, a coisa mais rápida nos céus com uma velocidade máxima de quase 800 km/h, na década de 1930, talvez, o avião mais historicamente significativo, que nunca voou.

Ettore Bugatti era um industrial europeu bem conhecido e altamente considerado.  Nascido na Itália, mas vivendo na França. Conhecido principalmente por automóveis velozes e elegantes que venceram em Mônaco e Le Mans.  

Poucos sabem que Bugatti construiu o avião mais extraordinário de seu tempo. O Bugatti 100P, com uma aerodinâmica de ponta, combinada com recursos inovadores que melhorariam o seu desempenho do qual Bugatti registrou cinco patentes.

Como a guerra na Europa surgindo no horizonte, o governo francês manifestou interesse em desenvolver um avião, defensivo, lutador peso-leve com base no projeto de avião de corrida Coupe de la Meurthe Deutsch. 
Bugatti previu que um novo avião construído em torno de seus motores de automóveis iria superar qualquer coisa no ar.  Ele convenceu o governo francês para financiar sua idéia. Devidamente desenvolvido, o protótipo poderia formar a base para um lutador defensivo e ser produzido em massa nas fábricas da Bugatti em Molsheim e Paris. 


Em meados da década de 1930, Bugatti associou-se com o engenheiro aeronáutico Louis De Monge para viabilizar o projeto um avião recorde em torno de seus motores. Bugatti e Monge já se conheciam desde o início dos anos 1920, quando de Monge utilizava os motores de Bugatti para alimentar seu Modelo Asa 7.5. 

Desta parceria nasceu o Bugatti 100P, um avião conceito que incorporou os últimos avanços da pesquisa aerodinâmica. Os cientistas de ambos os lados do Atlântico participaram de seu desenvolvimento, validando modelos teóricos em escala real em túneis de vento.

Era uma  elegante  resposta ao desafio de voar rápido, sendo projetado para alcançar velocidades de recorde por design em vez de da força bruta. O sonho de Monge teria voado mais rápido do que qualquer outra coisa no planeta usando menos do que metade da potência de outros aviões de sua categoria.
Isto se, uma série de acontecimentos trágicos durante o período de 1939 a 1940, não tivessem conspirado para retardar o desenvolvimento do 100P. Em junho de 1940, os alemães marcharam para Paris.  Bugatti teve de interromper o seu projeto por completo. Ele escondeu o avião em sua fazenda nos arredores de Paris, onde este permaneceu durante toda a guerra.


O protótipo do Bugatti 100P sobreviveu à guerra, intacto, e foi em grande parte esquecido, seu desempenho esperado foi superada pela tecnologia de inspiração de combate da Segunda Guerra Mundial. 

Bugatti morreu em 1947. Louis de Monge emigrou para os Estados Unidos depois da guerra e morreu em 1977, sem nunca ter projetado outro avião.
No final dos anos 1960, um entusiasta americano de Bugatti, trouxe o avião para os Estados Unidos. Ele vendeu-o para outro entusiasta e finalmente foi doado para a Aircraft Association Experimental, que exibe o avião no seu Museu AirVenture em Oshkosh, Wisconsin até hoje, e é lá que o extraordinário Bugatti 100P atrai o maior interesse, sendo a fonte de maiores inquéritos que qualquer outro exemplar em exposição.

Algumas de suas características principais:


§  Design extremamente simplificado, com  dois motores por trás do cockpit.
§  Construção em madeira em forma de sanduíche, onde a madeira balsa prensada entre duas camadas de madeira dura propiciavam uma construção muito leve e resistente.
§  Propulsão por duas hélices contra-rotação, impulsionadas a partir dos dois motores por eixos com cardans contornando o cockpit.
§  O avião estava equipado com hélices reguláveis ​​em terra, e estavam sendo desenvolvidas hélices com passo ajustável em voo.
§  Os motores eram derivados de motores de automóvel com 8 cilindros, 4.9 litros com compressor, muitas partes de magnésio e potência aproximada de 450hp.
§  Flaps automáticos nas asas, que se ajustavam automaticamente de acordo com a velocidade e a aceleração para sustentação extra ou menos arrasto.  Agia como freio aerodinâmico durante os mergulhos. 
§  Sistema de refrigeração com radiadores na fuselagem, o ar entrava na frente dos estabilizadores e fluía para frente através da fuselagem, saindo no bordo de fuga da asa.
§  Trem de pouso retrátil.

Para os amigos aeromodelistas vejam a planta que eu achei:



Post (133) – Agosto de 2015

20150820

Banco de testes nos céus

Diz o texto da imagem:

“Neste laboratório aeronáutico de voo, modelos experimentais de motores de aeronaves “Wright Cyclone”, são submetidos a uma rotina cansativa de teste em pleno voo. A partir dessa contínua pesquisa são produzidos os motores “Cyclones” mais potentes e mais eficientes para os aviões comerciais e militares de amanhã.”


“Destaques sobre testes nas alturas

1 - Fornecimento de oxigênio para a tripulação.
2 - Registrador fotográfico do painel: Câmara filma continuamente 35 instrumentos - equivale a milhares de notas de um observador.
3 - Luzes para iluminação da filmagem.
4 - Painel de Instrumentos - os instrumentos podem ser manipulados em muitas combinações para cada tipo de teste.
5 – Técnico observador dos monitores tipo CRT (de raios catódicos).
6 - Técnico observador do registrador de temperatura do motor. Grava automaticamente as temperaturas de 30 vezes por minuto.
7 - Os equipamentos de rádio (fuselagem aberta para mostrar interior da cabine)
8 - Medidor volumétrico para medir o combustível consumido durante o teste de vôo.
9 - Piloto e co-piloto
10 – Motor Wright Cyclone com a carenagem removida para mostrar a sua instalação.”

Nos dias de hoje estes testes são feitos de outra forma, usando-se tecnologias mais avançadas, nas fica aqui o nosso registro destes pioneiros.

Fonte: Magazine Popular Mechanics – oct 1945.

Post (132) – Agosto de 2015

20150819

Livro "aerosngcanela Volume 10"

Caros seguidores, hoje acrescentei a minha coleção de livros no ISSU o livro "aerosngcanela Volume 10"

Os dez livros que lá estão postados, reúnem todas as postagens deste blog.
Pode-se ver também acessando o link que se encontra na página
LIVROS DAS POSTAGENS deste mesmo blog.


Clique sobre a imagem para ver em tela cheia
Post (131) - Agosto de 2015

Águia x Drone

Águia destrói drone em pleno voo e mostra quem é que manda na natureza.

Os drones podem ser a maior tendência do mercado, um marco na história da tecnologia e capazes de fazer muitas coisas — mas ainda são incapazes de sobreviver à fúria da natureza. Afinal, o que acontece quando um desses é confrontado por uma águia enfurecida em pleno voo? 

Não é difícil imaginar o estrago que o animal é capaz de causar quando se sente ameaçado por aquele "estranho pássaro" em seu caminho, não é mesmo? E se esse infeliz encontro tivesse sido registrado pela pobre vítima mecânica? Pois foi exatamente o que ocorreu na Austrália.

Uma equipe do Melbourne Aerial Video estava controlando um pequeno drone na região e fazendo gravações aéreas do local quando foram surpreendidos pela ave, que foi implacável em seu ataque. O mais curioso é que, mais do que ver o momento exato, é possível perceber o quanto ele vem certeiro sobre o seu alvo.
O estrago foi tanto que a única coisa que restou do equipamento foi a câmera, que sobreviveu muito bem à queda e registrou até mesmo os rodopios que ele fez no ar antes de cair na mata australiana.



Como o site Popular Science aponta, as águias australianas — também conhecidas como Aquila audax — defendem de maneira bem agressiva seu território, tanto que não são raros os relatos de ataques a parapentes e até mesmo a helicópteros.

No entanto, essa não é a primeira vez que um desses drones é atacado por aves — e tampouco vai ser a última.  Além disso, há também a possibilidade de os animais se machucarem durante o ataque, o que pode ser ainda mais sério.
De acordo com o operador do drone atacado, o episódio vai servir de lição para o pessoal do Melbourne Aerial Video e isso vai se transformar em um novo procedimento de controle. Segundo ele, assim que a ave for avistada pelas câmeras durante o voo, a melhor coisa a se fazer é pousar e deixar o animal seguir seu caminho. 

Fonte:  The Verge, Popular Science


Post (130) - Agosto 2015

20150818

O aeróstato “Passarola” de Bartolomeu de Gusmão

A história dos dirigíveis antecede a da aviação. As primeiras experiências para tentar a conquista dos céus foram com balões de ar quente.
Um dos pioneiros foi o padre jesuíta português Bartolomeu de Gusmão, nascido em Santos, então território português do Brasil. Depois de se matricular na Universidade de Coimbra em 1709, ele começou a desenvolver interesses pela Matemática e pela Física. Ao observar uma bola de sabão subindo no ar, teve a inspiração da concepção de um balão, e iniciou os seus estudos nesta área.
No dia 19 de abril de 1709, na capital portuguesa o padre Bartolomeu Lourenço recebeu a patente para um “instrumento para se andar pelo ar”, que se revelaria ser, mais tarde, o que hoje conhecemos por aeróstato ou balão, o fato causou celeuma na cidade e a notícia rapidamente se espalhou para alguns reinos europeus. O invento, divulgado por meia Europa em estampas fantasiosas que, em geral, o retratavam como uma barca com formato de pássaro ficou conhecido como “Passarola”.
Então, em 05 de agosto de 1709, no pátio da Casa da Índia em Lisboa, ele conseguiu fazer sua primeira demonstração de seu balão. Infelizmente, o balão veio a pegar fogo sem sair do solo. Em 3 de Outubro de 1709, na ponte da Casa da Índia, o padre fez uma nova demonstração do invento. O aparelho utilizado era maior que os anteriores, mas ainda incapaz de carregar um homem. A experiência teve êxito absoluto; o aeróstato subiu alto, flutuou por um tempo não medido e pousou silenciosamente diante de uma corte portuguesa abismada. Feito registrado por várias testemunhas.
 Lamentavelmente outras experiências realizadas embora assistidas por ilustres personalidades da sociedade portuguesa da época, não foram suficientes para a popularização do invento, tendo sido consideradas perigosas, pois podiam, como se vira, provocar incêndios. Esses fatores desestimularam a construção de um modelo grande, tripulável.
Posteriormente os “irmãos” Étienme e Joseph Montgolfier, inventores, construíram um balão tripulado no ano de 1783, mas o invento dos Montgolfier, ao que tudo indica, segundo as revistas francesas “Nouvelle Europe e L’Aeron” do início do século XX, foi mera cópia do aeróstato de Gusmão. Sabe-se que quando Alexandre esteve em Paris, manteve estreitas relações de amizade com o cientista José de Barros o qual, por sua vez, era amigo dos Montgolfier.
Lei mais sobre o assunto em: https://pt.wikipedia.org/wiki/Bartolomeu_de_Gusm%C3%A3o

Post (129) - Agosto 2015

20150817

Controles de avião são simples.

“Para subir, puxe o manche para traz o que levanta os elevadores. Para para descer: o oposto. Para virar à esquerda, empurre o pedal que oscila leme para a esquerda. Ao mesmo tempo, empurre o manche para a esquerda o que levanta aileron esquerdo e baixa o da  direita.”


Entenderam? -  simples assim, não é ?

 (Tradução livre do texto da imagem publicada na revista LIFE em 31 de março 1941).

Post (128) – Agosto de 2015

20150813

Avião Milles de oito motores

“Planos para um avião comercial do pós-guerra, que terá oito motores, assentos para 50 passageiros e cinco tripulantes, foi elaborado por F.G.Miles (1), projetista britânico.
Espera-se que o avião atinja uma velocidade de 725 km/h e uma autonomia de 5.550 km. A carga útil para o seu alcance máximo é fixado em 7.450 kg.
Foi concebido para usar oito motores Rolls-Royce produzindo um total de 14.000 HP, a 725 km/h a 5.350 m de altitude, ou com uma mistura fraca 10.000 HP, 610 km/h, a 5.480 m de altitude.
De acordo com a Britsh Information Services, um modelo em escala já foi testado.” 
(Tradução livre do texto da imagem publicada na Popular Mechanics Magazine em Agosto de 1944).


- O que me levou a publicar esta postagem e me chamou a atenção, foi a característica principal do projeto, a sua motorização. Os oito motores, segundo o projeto, trabalhariam aos pares, impulsionado quatro pares de hélices duplas, o que foge das características comuns para este tipo de aeronave.

E mais, os motores desta forma poderiam ser menores, cabendo dentro das asas, o que melhoraria a aerodinâmica e diminuiria o arraste, melhorando a desempenho da aeronave.
Até onde eu sei este projeto não saiu do papel, mas, quem sabe serviu de inspiração para outros.

(1) Miles era a marca usada para comercializar as aeronaves do engenheiro britânico Frederick George Miles, que com sua esposa e seu irmão, George Herbert Miles, projetaram numerosas aeronaves civis e militares e uma gama de protótipos curiosos. (Wikipédia)

Post (127) Agosto de 2015

Acidentes aeroviários


Post (126) - Agosto de 2015

20150812

O último caça biplano da RAF

GLOSTER GLADIATOR Henley, foi um caça biplano inglês da Segunda Guerra Mundial,  utilizado pela Royal Air Force, pela Fleet Air Arm  (Avião Naval Britânica na variação de Sea Gladiator), também sendo exportado para vários países na década de 30. 
Foi o último caça biplano da RAF, tendo ficado ultrapassado mesmo antes do início da Segunda Grande Guerra.


O lutador desenhado por Henry Phillip Folland era fabricado pela Gloster Aircraft Company Ltd. , fez seu primeiro voo em 12 de setembro de 1934 e aposentou-se em 1953. Neste período foram fabricado um total de 747 em vários modelos. 


Apesar de ter lutado contra inimigos superiores no início da guerra, principalmente Messerschmitt Bf-109 e Fiat CR.42, além do Fiat CR.32. Mostrou um desempenho bom, pois estava mais bem armado que o Fiat CR.32 e um pouco mais rápido, contra o CR.42 tinha vantagem em armamento, mas era 20 km mais lento, mas enfrentava o mesmo com igualdade.
Contra o Messerschmitt Bf-109E ele era totalmente obsoleto, em termos de poder de fogo e principalmente velocidade (o Gladiator tinha uma velocidade de cerca 400 km/h, enquanto o Bf-109 voava a 520 km/h). 

Lutou bravamente em inúmeras forças aéreas em quase todos os teatros da guerra, sendo usado na Batalha de França, na Campanha da Noruega, na Guerra Greco-Italiana, no Cerco de Malta, e também utilizado pela Finlândia na Guerra de Inverno e na Guerra de Continuação, onde teve um desempenho razoável contra os caças Polikarpov I-15Polikarpov I-153 e Polikarpov I-16 utilizados pelos soviéticos, o que se deve principalmente pelo melhor treinamento dos pilotos finlandeses e de táticas melhores.


Fonte: http://www.raf.mod.uk/history/glostergladiator.cfm

Post ( 125) - Agosto de 2015

20150811

Uma aeronave estranha rumo ao espaço

Em 1994, Paul Allen, o multimilionário fundador da Microsoft investiu no sonho delirante de um gênio aeronáutico, o americano Burt Rutan. Ele queria construir um avião foguete reutilizável para levar turistas ao espaço. O sonho tornou-se realidade em 2003, com o vôo do SpaceShipOne.


Em dezembro de 2011, Allen e Rutan começaram a sonhar mais alto, construir uma versão tamanho família do SSO para levar carga e astronautas ao espaço.


Será uma aeronave que podemos esperar para ver tomar o rumo do céu ao longo dos próximos anos é a Stratolaunch Carrier da Sierra Nevada Corporação - O maior avião do mundo, em suas dimensões.

Clique sobre a imagem para ver em tamanho maior
O veículo, apelidado de "Roc", está sendo construído no Mojave Spaceport Air na Califórnia, e será grande e potente o suficiente para levar astronautas a bordo de um foguete suspenso sob a sua fuselagem até a borda do espaço, antes de se desprender e entrar em órbita. O principal objetivo que o projeto se propõe, no entanto, é ajudar a lançar satélites com um “custo reduzido”.

A envergadura da aeronave de fuselagem dupla é de 117 metros, pesando no total 544 toneladas, e será impulsionada por seis motores do tipo usado nos Boeing 747-400.  


Deverá estar pronta para testes de voo em meados de 2016, com o primeiro lançamento espacial atualmente programado para 2018.

Fonte: https://en.wikipedia.org/wiki/Scaled_Composites_Stratolaunch


Post (124) - Agosto de 2015

20150810

Avião de treinamento - 1921

Em Junho de 1921, na revista Popular Mechanics, uma pequena reportagem nos dá uma ideia do estilo de vida de após “Primeira Grande Guerra nos USA”

Existia uma grande preocupação em incentivar os jovens a seguir carreiras militares, incluindo a da aeronáutica. Toda e qualquer ideia que pudesse contribuir para isto era amplamente divulgada e apoiada. Vejam o texto e a imagem que ilustra isto.
  

“Um novo modelo de avião de treinamento - "Segurança em primeiro lugar"- que está atraindo uma grande atenção para negócios em Seattle, Washington, onde seu inventor de 13 anos, engenheiro, construtor e titular Ray Galor, afirma que em declives íngremes de máquina feita em sua casa mostra uma velocidade maravilhosa.”

Post (123) - Agosto de 2015

20150807

Pousos do Airbus A380-800

Veja o vídeo com alguns das melhores aterrissagens do gigante de 575 toneladas, e então você decide qual a companhia aérea que pousa melhor o Airbus A380-800?

Isto não é uma enquete é tão somente uma curiosidade, você talvez se lembre das “antigas” aeronaves quicando sobre a pista no momento do pouso e levantando uma grande nuvem de fumaça ao atritar os pneus durante a frenagem.

Não que os pilotos de agora sejam melhores que os veteranos, são sim as novas tecnologias que ai estão para ajudá-los a pousar esta que é a maior aeronave comercial do mundo, e outras da atualidade.



Só para constar: No meu ver o melhor pouso foi o da CHINA SOUTHERN.
Veja mais sobre o A-380 em: 
Fonte: Youtube - Recebido de B.H.


Post (122) - Agosto de 2015

20150806

O North-American T-6 e a Esquadrilha da fumaça

O North-American T-6 foi um avião monomotor, de trem de aterragem convencional, retrátil, com roda de cauda, destinado à instrução e ao treino de pilotos e também utilizado em combate em diversos cenários.

Vejam um pouco da sua história:

Em 1936: A Marinha dos Estados Unidos encomendou cerca de 40 aviões à North American Aviation para instrução dos seus pilotos.
Rapidamente, principalmente por possuir o trem retráctil, o fabricante começou a receber inúmeras encomendas.
Em 1941: Iniciou-se a produção em grandes quantidades, produzindo-se cerca de 1.200 aviões. Quando a II Guerra Mundial começou, a Força Aérea dos Estados Unidos dispunha de mais de 2.000 deles em serviço.
Em 1947: Foi escolhido para a instrução básica de pilotagem.
Em 1948: Com nova designação, o T-6G Texan tinha tanques de combustível com maior capacidade e um novo painel com melhores instrumentos de navegação.


No Brasil, no pós guerra, disponíveis em grande numero, foram inicialmente utilizados como avião de treinamento.
Em 1952: Foi adotado pelo Esquadrão de Demonstração Aérea da FAB, afetuosamente chamado de “Esquadrilha da fumaça”, formado por instrutores de voo da Academia da Força Aérea – AFA.
A primeira demonstração foi realizada em 14 de maio daquele ano.
O apelido do “Esquadrilha da fumaça” surgiu pelo fato dos aviões T-6 ao largarem óleo usado no escapamento do motor, deixarem um rastro de fumaça branca.
Em 1968: Foram desativados na Esquadrilha e substitutos por outros aviões – mas isto já é outra história.

North American T-6 da Esquadrilha da fumaça – Video de uma sequência de um filme antigo com trilha de Roberto Carlos – Sobre a Baia da Guanabara - Compartilhado do facebook de Elomar Sousa – Realmente um achado.

Fonte:wikipedia


Post (121) - Agosto de 2015

20150805

Jatos hipersônicos no limite entre aviões e foguetes

Airbus entrou com uma patente para um jato hipersônico, que em teoria poderia voar de Londres para Nova York em apenas uma hora.
O pedido, aprovado pelo Escritório de Patentes e Marcas dos EUA em 14 de Julho, expõe detalhes e desenhos para um "veículo aéreo ultra-rápido", que é "movido por um sistema de motores formado por turbo jatos, ramjets e foguete". 
Na patente Airbus refere-se aos dois aposentados aviões a jato supersônico, o Concorde e Tupolev Tu-144, observando que "o veículo proposto pela presente invenção permite que o desempenho de ambas as aeronaves possa ser melhorado consideravelmente".  Ele também reduz substancialmente o ruído emitido quando a barreira de som é quebrada. O estrondo supersônico tem sido um problema histórico para jatos comerciais supersônicos, por causa de restrições de vôo sobre a terra.
A patente explica o procedimento de decolagem para o jato em detalhes, descrevendo como os turborreatores e motor de foguete iriam trabalhar em conjunto para mover o veículo na decolagem em voo ascendente quase vertical, em uma velocidade superior a velocidades de Mach 1.
De acordo com a patente, o veículo após estabilizar acabaria por viajar entre Mach 4 e Mach 4,5 (atingindo velocidades máximas de quase 5.630 km por hora), tornando-se duas vezes mais rápido que o Concorde. O veículo também atingiria um teto de 20 km mais elevado do que uma aeronave comercial convencional.
Duas aplicações estão sendo consideradas para o veículo. Ou ele seria usado para fins militares ou de que seria capaz de transportar cerca de 20 passageiros,  provavelmente viajantes de negócios ou Vips”, que requerem viagens de regresso transcontinentais dentro do mesmo dia". As Jornadas de Paris para San Francisco ou Tóquio para Los Angeles - distâncias de cerca de 14.500 km - poderiam ser feitas em cerca de três horas. 

Airbus descreveu como o jato iria se encaixar com as disposições existentes para as viagens aéreas. As aeronaves seriam capazes de utilizar a infra-estrutura de aeroporto existente, desde que o reabastecimento de hidrogênio e oxigênio líquido estejam disponíveis. Eles também seriam capaz de evitar interações com o tráfego aéreo geral de cruzeiro, visto que eles iriam voar a uma altitude maior do que corredores aéreos existentes.

É possível que este jato nunca veja a luz do dia, mas é sempre interessante ver o que as empresas aéreas e os engenheiros aeronáuticos estão pensando em conjunto e projetando para a próxima geração de aeronave.

Fonte: http://www.wired.co.uk/news/archive/2015-08/04/biggest-fastest-planes-hypersonic/viewgallery/538276

Post (120) - Agosto de 2015